sexta-feira, 30 de abril de 2010

Vai embora abril e leva junto de ti todas as desavenças e desencontros que causou. Chega logo maio, devolve minha paz de espírito, devolve meu furacão, devolve minha vida.

Vai embora abri, mas antes de ir pede pra maio trazer chuva pro nordeste, pede pro céu ficar bem cinza, pede pro mar ficar mai verde, pede pro meu furacão verde quase cinza se acalmar.

Vem maio, vem quase São João, vem comidas de São João, vem lembranças de um ano atrás. Vem maio, me faz fechar os olhos e imaginar que ainda é 2009, que nada ainda foi partido, que nada foi remendado.
Vai embora abril, que a partir de amanhã você nunca existiu e hoje é sexta feira, dia de fazer tudo valer a pena.

Corre tempo, corre logo, passa voando para chegar logo o dia que não vai ser mais preciso dizer nem até logo, quanto mais adeus. 



hei, hei, hei, o blog faz 4 meses amanhã e nós continuamos aqui, firmes e fortes! XD

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Tenho fase como lua, algumas duram dias outras anos. Umas se desfazem em segundo, outras duram a vida inteira.

Sabe o que eu mais amava em você? O que eu mais sentia falta? Seu desatino. Me apaixono pelo desatino das pessoas e por essa sensação de liberdade que elas me passam. Me apaixono pela inconseqüência. Sou passional.
Sou daquelas Lisbelas nordestinas que amam um filme bem Hollywood, que amam declarações exageradas, rompantes de romantismo, lembranças singelas de um sentimento.
Me apaixono por imagens mentais que crio, construo, tijolo a tijolo de pedacinhos do ser que escapam sutilmente dele. Monto personagens e com eles vivo as historias. Dos reais protagonistas ficam, normalmente, apenas o nome. E, o pior, tenho sempre a consciência da imagem, de que não passa de uma imagem.
Mas não amo essas imagens. Me proponho a ser um furacão, ou sou um furacão que tenta se ver apenas como imagem? Sou do mundo e no fim não há quem me ponha rédeas por tempo indeterminado.  Mas sou feliz assim, nessa solidão que a liberdade me traz, por isso só me apaixono por imagens e só amo homens reais.
As paixões vão embora quando a imagem se quebra, assim como surgem, de repente, de um reflexo que enxergo em alguém. Os amores, esses, eu construo de matéria sólida, rígida, plástica, que se rompe, claro, mas que antes grita bem alto pedindo socorro.
Meus amores são o oposto das minhas paixões, são quase escolhidos, calculados, programados, nascem do convivo que nasce da necessidade de alguma coisa além do meu umbigo e além do “apenas uma noite”.
Se é um erro ser assim, no fundo tão racional, mas sou. E, me desculpe, eu não vou mudar.

Talvez eu não te ame mais, mas ainda estou apaixonada.

Talvez não seja paixão, mas não vá embora, eu já sinto sua falta.



texto de ontem, só postado hoje porque já te escrito. 


Mas se quiser, já pode ir embora...
(mau humor)

quarta-feira, 28 de abril de 2010


existe coisa melhor que dançar?!

imagem daqui, umas fotos de dança que da vontade de sair pulando e voltar pro ballet amanhã!

vida de gente grande não é feliz!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Pra onde foi a minha inspiração? Cadê? Uma preguiça de acordar. Uma preguiça de tomar banho, escolher uma roupa, escolher entre bolo de chocolate e suco de laranja. Tudo parece ter o mesmo gosto falso de paliativos. De forte somente a preguiça de contar de tantas preguiças.
Da cartilha do sucesso, que manda estudar, amar o que se faz e se relacionar bem, apenas amei. Nem isso faço mais. Sou uma péssima aluna.
Tenho a impressão de ter chegado ao topo de uma montanha, mas ela era muito alta e afastada e ninguém me viu.
Em vez de sucesso sinto segundos desejáveis de suicídio, vontade de pular lá de cima da montanha com o dedo desejando um último foda-se ao mundo. Nem que seja para fazer barulho e sujar o chão dos equilibrados. Nem que seja para fazer falta.
Cadê o gosto intenso de fugir do mundo com um segredo fatal? Não existem segredos fatais: todo mundo come todo mundo por caça e infelicidade. Somos animais tristes e não seres loucos e apaixonados. Eu me enganei tanto com o ser humano que ando com preguiça de me entregar.
Ninguém tem coragem pra mudar nada, ou apenas é inteligente para saber que a rotina chega de um jeito ou de outro, não adianta se mover.
Pra quem faço falta e aonde me encaixo? Aonde sou útil e pra quem sou essencial? Pra onde vou e aonde descanso? Pra quem e por quem vivo?
Freud mexeu três vezes no túmulo com a vontade de me dizer que devo viver por mim. Dane-se a psicanálise: é muito mais gostoso ter outros encantamentos, além do umbigo.



Pra mim já era sexta feira, pra mim o semestre ja teria acabado, pra mim já seria natal de novo, pra mim você não teria voltado pra te perder de vez. na verdade, tanto faz, tanto faz, tanto faz. 




texto lindo da Tati Bernardi, que escreve Aline. O restinho dele você encontra aqui

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Como vai a vida real?

Amiga, queria te escrever e dizer que a vida real mudou, que, de repente, estamos vivendo com a mesma magia que você está respirando aí, mas não é bem assim...
A vida real continua em tons de cinza, ou seriam de bege?, se arrastando a cada dia, naquela mesma rotina monótona que você deixou. Ainda faz mais calor do que devia fazer na Cidade Solar, ainda temos segundas feiras entediantes e sextas feiras que demoram a chegar. Os domingos são curtos, começam, ainda, com a ressaca moral e terminam com o tédio ritmado da segunda que bate na porta.
As coisas chatas e burocráticas ainda se arrastam, mais lentas do que a própria semana, e se você me perguntar se algo que deixou pendente foi resolvido, infelizmente vou ter que lhe dizer que continua mais ou menos no mesmo pé. As quartas feiras tem sido chatas, dias de reuniões intermináveis, nada de cervejas perdidas marcadas e nossa juventude parece que se esvai nesse meio de brigas e burocracias.
O coração... esse, minha amiga, aposentei de vez e creio que já deve estar ficando empoeirado numa prateleira qualquer. Os desgostos foram tantos em tão pouco tempo que nem vale aqui contar, mas que fique claro, ainda há fé, pouca, mas ainda há.
Não houve nesse curto longo tempo que passou afastada nenhuma coisa que possa ser narrada com espetacular riqueza de detalhes. Nossas loucuras são tão previsíveis, ao menos a nós, que não lhe espantaria se eu dissesse, dia a dia, o que andamos fazendo por aqui. Para tantos existem mil cores nessa nossa rotina caótica, mas para nós, e disso você sabe, não há nada além de tons de bege e cinza.
No mais, sinto saudades, porém prefiro que fique ai e que me narre pedacinho por pedacinho o que se passa nessa terra encantada tão cheia de cores.

domingo, 25 de abril de 2010


precisa dizer mais alguma coisa?! 


a imagem veio daqui, do blog mais mulherzinha lindo dos últimos tempos!

sexta-feira, 23 de abril de 2010


Amanhã eu vou abraçar o baobá do Passeio Público, aqui em Fortaleza.
Próxima semana eu vou ver Alice. 
Próximo mês eu vou fazer uma lista dos meu blogs preferidos. 
Próximo semestre eu vou fazer a prova do DELF. 
Próximo ano eu vou estar formada. 

É bom fingir que mantemos o controle fazendo listas. Taaao bom fingir! rs



imagem daqui. 





quinta-feira, 22 de abril de 2010

Chore mesmo. Se desespere e enlouqueça. Mas se recomponha. Aprenda que você não vai mudar o mundo e que você mudar de idéia não tem problema. Mas seja fiel ao que acredita. Precisamos dos que sonham. Assim como precisamos dos realistas. Um pouco de cada não faz mal a ninguém, mas não tome muito gosto por nenhum dos dois. Você não vai querer passar a vida sonhando, assim como não vai querer deixar de acreditar que as coisas podem melhorar. Mesmo sabendo que, muitas vezes, não vão.



de dias cinzas, de horas no engarrafamento, de enxergar as coisas virando nevoa na minha frente, de achar que não consigo mais... honestamente, só existe uma unica pessoa que sabe o quanto eu não queria estar aqui, mas, infelizmente, eu tenho que estar. =/



texto lindo daqui.

quarta-feira, 21 de abril de 2010


me deixa dormir e esquecer, apenas sonhar que as coisas ainda são como eram.
será que um dia elas realmente foram?!


imagem daqui, vale cada segundo da visita. 

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Permaneço doente, quase um mês já, entre picadas de agulhas, litros de soro, comprimidos e diagnósticos vazios.  Não estou à beira da morte, longe disso, já estive muito pior e nem falo da época da cirurgia, apenas de outras vezes que ninguém sabia o que estava acontecendo com meu corpo. Ainda não perdi um único kg dos meu míseros 50kg, ou seja, viverei ainda algum bom tempo.
Mas, apesar da doença, seja qual for, não ser grave, meu cansaço é. Na verdade, hoje ele atingiu o patamar de gravíssimo. E essa sim é minha doença. Estou cansada do ar dessa cidade, de uma dúzia de pessoa daqui, da minha rotina sufocante, da ausência mínima de certeza sobre qualquer aspecto da minha vida, estou exausta de mim mesma.

Preciso de férias de mim mesma. Uma praia talvez, nem é preciso ser paradisíaca, mas somente silenciosa. Uma caixa de aquarelas, uns pinceis, um moleskine novinho, meu ipod carregado e nenhuma lembrança, sonho ou expectativa.
A praia e todas as outras coisas eu posso até conseguir, mas as férias de mim mesma... essas não data pra acontecer. Então eu vou só tomar um lexotan e um anti alergico e curtir minha noite de sono.


imagem daqui, uma linda galeria de arte em moleskines!

domingo, 18 de abril de 2010


ter um lugar pra chamar seu, uma canto só seu, feito do seu jeito, arrumado do seu jeito, com todas suas regras, com todos os seus problemas, com sua bagunça, com seu caos. 


lar, doce lar. eu tenho precisado começar a construir algo assim.



imagem retirada daqui. alias, o blog todo vale a pena!

sábado, 17 de abril de 2010



Das coisas que eu realmente gosto:

1. Receber sms/ e-mails inesperados.
2. Cafuné.
3. Massagem.
4. Coca cola.
5. Café.
6. Chocolate.
7. Chiclete.
8. Olhar pro mar.
9. Cheiro de livro novo.
10. Abraço apertado.


Das coisas que eu realmente não gosto:


1. Sol muito forte.
2. Carne.
3. Cheiro de panelada.
4. Acordar cedo.
5. Dormir cedo.
6. Gente hipócrita.
7. Gente manipuladora.
8. Gente que me pergunta onde estou/o que estou fazendo todo o tempo.
9. Não conseguir fazer algo que acho ser capaz.
10. Baratas.


Das coisas que gosto em Fortaleza:


1. O por do sol laranja.
2. O som do mar batendo nas pedras da PI.
3. O dragão do mar.
4. O café castagno.
5. O jardim do TJA.
6. O Mcdonalds do centro.
7. Os bares do Benfica.
8. O trajeto do Campus do Pici Unifor.
9. O cheiro na época de chuva.
10. O vento de setembro.

hoje eu precisava fazer listas e organizar um pouco as coisas. hiatus faz um bem pra pele!

sexta-feira, 16 de abril de 2010




não é adeus, é até logo, outra vez, não a última. é que às vezes furacão não combina com serenidade, e agora eu quero alguma paz...  


imagem da lomo do rafinha


quinta-feira, 15 de abril de 2010

hoje eu queria falar da nossa pseudo rotina. do quanto eu guardo os nossos "hábitos". do quanto acho engraçado que eu sempre durma no mesmo lado da cama. do quanto gosto de ter sempre chocolate no seu quarto. do quanto rio, sozinha, das nossas piadas. do quanto gosto das nossas conversas quase filosóficas no meio da madrugada. do quanto acho você irritante quando me convence a fazer algo que não quero. do quanto não resisto a você me dando bom dia. do quanto, apesar das ausências, gosto da nossa intimidade.

mas agora, ja nem sei se é prudente falar de algo...



passa tempo, passa logo!






ah, mas continuo odiando você de vermelho! 



quarta-feira, 14 de abril de 2010

Mais um dia corrido pra lista de dias caoticos. Ipod descarregado, note descarregado, sem tomadas por perto, me contentar com o mp3 (?) da minha mãe e passar o dia ouvindo skank e nando reis! Ainda bem que sou eu que escolho as musicas que ficam ali...



Mini playlist em homenagem aos meus dias realmente diferentes, e de certa forma bons, ao lado da minha mãe!

terça-feira, 13 de abril de 2010


STRESS!
beirando a exaustão, perdendo as contas dos copos de café, desprendendo o quanto é dois mais dois, trocando inglês espanhol alemão e francês, se perdendo no caminho de todo dia, dormindo no engarrafamento, descontando a raiva em comida, em muita comida. 
é cara, to stressada! 


imagem daqui, que eu super adorei, inspirada nessa imagem aqui.

segunda-feira, 12 de abril de 2010



ainda bem que eu deixei pra sofrer por amor quando ja era gente. ai que peninha dessa menina! ;~~


encontrei aqui.

domingo, 11 de abril de 2010




um dia eu aprendo a não guardar tantos segredos assim,


muito menos a brincar de ser super heroi...

imagem daqui.

sábado, 10 de abril de 2010

A gente nunca nota pequenos hábitos, pequenos defeitos, pequenas coisas que fazemos em grupo. Até um dia, alguém fala algo e de repente a gente se da conta.
Assim foi sexta, a noite, no shopping, depois de ter recebido a tão suada bolsa da universidade, estávamos eu e o meu amigo Rafael sentados na praça de alimentação quando ele diz: preciso comprar algo. Eu ri! Tava pensando exatamente a mesma coisa, que precisava comprar algo, um post it colorido, uma caneta nova, uma barra de chocolate... qualquer coisa!
Então bolamos uma brincadeira, compraríamos alguma coisa que custasse até 5 reais. Era tornar o quase inevitável desejo de consumo por besteiras em algo, no mínimo, divertido! E foi! De cara achamos que não íamos conseguir comprar nada que prestasse, mas, meia hora depois, conseguimos até ficar na dúvida sobre o que comprar. E terminamos o desafio cada m com um copo, daqueles copos temáticos. O meu da coca cola, o dele da Bramah! E com a certeza de ganhamos uma tradição. 

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Deixa eu me perder no teu cheiro, nos teus pelos, no teu gosto. Amanhã é amanhã, pensar nisso agora não faz sentido.
Deixa eu me perder nos teus verbos erroneamente conjugados, nos teus sorrisos, na tua falta de jeito, na tua serenidade repentina. Se amanhã você for embora, me deixa com a saudade, me deixa com os vazios, me deixa com a tua lembrança.


Deixa eu me perder nos teus livros e discos, nas tuas cartas, na tua letra apressada, me deixa te absorver milímetro por milímetro. E quando chegar a hora de pensar se eu ainda sou eu ou se já sou você, me deixa escolher guardar em mim um tanto grande de ti.

imagem da lomo do meu queridissimo Rafinha

terça-feira, 6 de abril de 2010

Às vezes é preciso ter cuidado com seus pedidos, é preciso ter cuidado com o que chamamos de lar, com o que chamamos de casa, com o que chamamos de amor.
Ontem eu desejei ir para casa, para minha casa que não é aqui. Desejei pegar um avião, cochilar 30 min e acordar em São Luis. Tomar um banho quente e ficar sentada na mini varanda olhando pela janela aquela lagoa tão estranha. Então descer, andar de bicicleta no calçadão e dormir me sentindo feliz.
Hoje, quando eu acordei, eu não quis abrir os olhos, pressenti a tempestade que viria e passei o dia todo entre choramingos e risadas para, no fim, concluir que em maio estarei em casa, na minha outra casa, em São Paulo. Estarei de volta a Oscar Freire, e por dois dias vou respirar aquele ar pesado daquela cidade cinza, vou acordar cedo e descer aquela avenida toda, olhando as vitrines, parando pra tomar café na minha padaria preferida, depois vou caminhar ate o conjunto nacional e passar um tempo precioso na cultura, vou tomar café na pinacoteca, olhando o parque da luz e quando chegar em casa vou ficar só observando, pela janela, a cidade cinza.
Quando eu já estava quase admitindo que foi melhor como foi,  estava ficando feliz de aproveitar aqui a Bienal e a calourada, o telefone tocou. E não, eu não sei mais seu número decorado. Dessa vez você foi rápido e pratico, disse tudo em dois segundos, num sopro, e não me deixou escolha. Como se eu tivesse, de alguma forma, escolha... Mas eu só sorri, e disse sim, agradecendo mentalmente ainda não ter marcado as passagens.
É, agora eu posso dizer com todas as letras, eu estou de volta ao lar. E eu não vou pensar que essa estar de voltar vai durar uma noite ou três dias, vou pensar apenas que estou de volta a minha casa. 

segunda-feira, 5 de abril de 2010


eu juro que ainda não me acostumei a ausência dos óculos. existem dias que quero me esconder do mundo e não tenho mais uma janela pra ficar atras! 

imagem daqui, indicações da dona Sora! 

domingo, 4 de abril de 2010

Rifa-se um coração que insiste em cometer
sempre os mesmos erros.
Esse coração que erra, briga, se expõe.
Perde o juízo por completo em nome
de causas e paixões.
Sai do sério e, às vezes revê suas posições
arrependido de palavras e gestos.
Este coração tantas vezes incompreendido.
Tantas vezes provocado.
Tantas vezes impulsivo.
Rifa-se este desequilibrado emocional
que abre sorrisos tão largos que quase dá
pra engolir as orelhas, mas que
também arranca lágrimas
e faz murchar o rosto.
Um coração para ser alugado,
ou mesmo utilizado
por quem gosta de emoções fortes.
Um órgão abestado indicado apenas para
quem quer viver intensamente
contra indicado para os que apenas pretendem
passar pela vida matando o tempo,
defendendo-se das emoções.
Rifa-se um coração tão inocente
que se mostra sem armaduras
e deixa louco o seu usuário.
Um coração que quando parar de bater
ouvirá o seu usuário dizer
para São Pedro na hora da prestação de contas:
"O Senhor pode conferir. Eu fiz tudo certo,
só errei quando coloquei sentimento.
Só fiz bobagens e me dei mal
quando ouvi este louco coração de criança
que insiste em não endurecer e,
se recusa a envelhecer"


o resto você lê, e se apaixona, aqui.

e sim, a semana santa acabou, a quaresma acabou e mágicamente eu estou sobrea de novo. nos eixo, tortos eixos, mas nos eixos!

sábado, 3 de abril de 2010

Ate quando somos jovens? São os cabelos brancos definem que o tempo passou? São os sobrinhos e filhos correndo pela casa? São as aventuras tentando fazer uma criança comer? São as noites que preferimos o aconchego da cama as luzes de uma boate? São as cervejas, que mesmo poucas, fazem um efeito absurdo? São as modas que se tornam incompreensíveis e tolas aos nossos olhos? São as contas que nos preocupam mais do que o programa do feriado? São os programas basicamente gastronômicos? São as tecnologias que se tornam tecnológicas demais? São os diários que já não cabem nos armários? São as fotos amareladas pelo tempo? São os ídolos mortos? São os amores passados? São as lágrimas derramadas? São os sorrisos dados?

A idade chega acompanhada do medo de estar apenas perdendo tempo.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

"Naquele tempo, queria ser um grande arquiteto e só me interessava em ficar fazendo mapinhas da cidade, traçando ruas e desenhando edifícios. Essa mania acabou quando resolvi fazer vestibular e percebi que não dava pra matemática. Como fazia mapas, fazia poesia às escondidas de meus pais, porque era um romântico, um cara cheio de dores-de-cotovelo."

Cazuza

Qual o negocio do mundo com a arquitetura?

quinta-feira, 1 de abril de 2010




Alice tomando conta dos editorias de moda pelo mundo. O que vai dar isso mesmo? Confesso que dá um certo frio na barriga! 

Ah, fotos da revista inglesa Fabulous.