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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O que eu preciso hoje?

Essa foi a pergunta que me fiz quando finalmente entrei no mar. O que preciso de 2011? O que farei em prol do que preciso para esse ano?
Primeira segunda feira do ano, mais decisiva que muitas outras segundas da minha vida e confesso minha falta de prumo. Eu preciso de estabilidade mais que nunca na minha vida. Antes que eu me desfaça, preciso de um solo firme para pisar, para pensar, para pelo menos acreditar que vai estar lá amanhã. Eu preciso de poucas duvidas a mais, porque todas que já estão aqui pesam demais. Eu preciso de futuro, mas não futuro idealizado, futuro daqueles palpáveis, como definir uns dias antes o roteiro do fim de semana. Eu preciso ser firme nas minhas decisões e não mudar de opinião por simples pedidos e pressões externas. Eu preciso saber onde quero chegar e caminhar firme até lá...
Não cabe aqui transformar esses desejos tão vagos em desejos palpáveis, com nomes e datas, cabe apenas a esperança que 2011 seja um ano onde eu pare, finalmente, de me perder. 

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

às vezes eu queria entender essa necessidade de ser excepcionalmente boa em tudo. às vezes eu queria desistir de tudo e ser apenas um apanhador em um campo de centeio. 

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Estranhas coincidências, estranho cheiro no ar, estranha falta que você faz...







Ainda acredito em destino, que o que há para ser será, não importa que demore dez anos, ou quem sabe mais.


imagem daqui.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Que mulher nunca enlouqueceu por um sapato, por uma bolsa, por um vestido?

A maturidade, e olha o sentimento de ficar velha ai gente!, tem me feito entender que sou consumista. Sim, é um defeito, mas vejam bem, existe uma vantagem em admiti-lo. Digo, até com certo orgulho, que possuo 50 e muitos pares de sapato, que resisto muito bem as tentações de ter uma carro UAU, mas não resisto de forma alguma a um anuncio de promoção nas minhas lojas de sapato favoritas!

Não sou mais aquela menina que não entendia como era possível gastar 200 reais em um único par, agora analiso partindo do ponto da quantidade de endorfina que um sapato de 200 reais vai me fazer liberar. Para que hipocrisia, afinal? 

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Talvez eu só queira um cara.
E ter certeza sobre certas coisas...
Não olhar mais para trás.
Um almoço tranqüilo em um domingo chuvoso.
Um filme com pipoca, em uma sexta de tarde.
Um período de calmaria.
Alguém para conversar.
Alguém com quem chorar.
Alguém com quem sonhar.
Talvez eu só queira algo mais que um amigo que não tenho.
A certeza de não precisar fugir na manhã seguinte.
A confiança do recíproco.
A incerteza leve dos planos feitos no plural.
Talvez eu só queira parar de sentir o gosto de sangue na boca.
Parar de levar porrada todo dia.
Parar de chorar por besteira.
Parar de rasgar coisas imaginando rasgar sentimentos.
Parar de beber para fingir que esqueço.
Parar de por a culpa nos outros, quando sei que fui só eu.
Parar de procurar coisas novas dentro da velha cidade.
Talvez eu só queira imaginar um futuro lindo.
Uma casa branca bem longe.
Crianças correndo por todos os lados.
Sorrisos verdadeiros.
Amigos eternos. 

Talvez eu só queira mesmo me apaixonar de novo
. 

De 2005, mas continua cabendo como uma luva!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

"Detestava a ideia de que toda atitude sua parecesse sempre tão irremediável, tão definitiva. Na sua cabeça, chamava isso de o peso das consequências, e tinha certeza de que aquilo era mais um dos aspectos obstrutores do pai que, em todos esses anos, enraizara se em seu cérebro. Ela desejava, com avidez,possuir a despreocupação das meninas dasua idade, o sentimento vazio de mortalidade.
Desejava toda a leveza dos seus quinze anos,mas, na busca por alcançá-la, despertava a fúria com que o tempo de que dispunha se esvaía.Assim, o peso das consequências tornava-se, na verdade, insuportável, e os seus pensamentosse punham a girar cada vez mais velozes,em círculos ainda mais apertados.”

Solidão dos Números Primos,Paolo Giordano 

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Hoje me dei conta que já já fará seis meses de você... Incrível como a simples menção do seu nome me provoca sorrisos...
Sabe o que eu mais guardei seu? Guardei seu cheiro... Acho, na verdade, que foi seu cheiro que me ganhou, como quem diz eu pareço ser outra pessoa, mas no fundo eu sou assim. E ainda tem dias em que eu acordo e sinto seu cheiro pelo ar, como se você tivesse aqui, do meu lado, e não tão longe. E é esse seu cheiro que só me trás boas lembranças, que me trás apenas a loucura de estar ao seu lado, tão intensamente...
Agora, no dia-a-dia, te vejo impresso em traços de outro. Te vejo nos gestos de pés e mãos, na fala agoniadamente calma, nos detalhes que tantos não entendem mas que confirmam quando menciono a semelhança. E assim vou notando o quanto de ti guardei em mim e o quanto sinto falta daqueles dias e noites, daquela chuva, daquelas brincadeiras, daquele sorriso... Vou me dando conta do quando sou capaz de ter, inteiro, só de fechar os olhos, aqui, agora.

Será que você sabe que o que escrevo é para você? Será que o que você escreve é para mim? 

domingo, 16 de maio de 2010

Felicidade em cápsulas, amor em comprimidos, paz em latas. Garrafas de entusiasmo, caixas e mais caixas de coragem. Liberdade em quilos. 




vou me encolher, voltar a confiar em alguém, esperar o terremoto passar. quem sabe entrar num espelho, cair num buraco de coelho?! 








da uma olhada aqui.