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domingo, 9 de janeiro de 2011

faz um certo frio em Fortaleza, na medida do que é possível fazer por aqui, claro. o dia está cinza, um cinza fechado e qu queria dizer que o céu está preto, mas minha vó sempre me repreendeu isso. 

eu sinto sua falta, todo o tempo. 



musicas de um domingo de chuva. 

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011


amor, esse clipe me lembra uma manhã, quando a gente acordou cansados, queimados de sol... quando eu descobrir um lugar novo para te fazer cócegas... quando a gente demorou um tempo a mas na cama, já prevendo a despedida. 

seria tão bonito se não fosse tão complicado? 

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

No fim de doismilesete eu escrevi um texto que agora teimo em não encontrar. Era um dos meus textos de fim de ano, daqueles balanços do que passou e cheio de planos para 2008. Nesse texto eu expus meus primeiros planos de mulher. Não de menina, daquela vez era a primeira vez que parecia fazer sentido usar o substantivo mulher para definir minha pessoa.
Nesse texto eu falava que 2008 seria apenas uma fase, nada de grandes descobertas, nada de grandes inovações, apenas um caminho para chegar em um lugar que eu achava ser meu lugar. Havia em mim a calma de quem edifica algo em cima de um terreno firme.
2008 chegou, descobri que o terreno não era tão firme assim e desde então estou as voltas comigo mesma. Estou fugindo desesperadoramente de alguma coisa que sou incapaz de denominar. Fugindo dos meus planos, dos meus problemas, dos meus sonhos, da minha estabilidade...
A fase que previ para 2008 não chegou, mas agora se faz necessária. Já não é mais tempo de fugir dos meus problemas, e sim encará-los com a seriedade que uma mulher deve ter. Mas, assim como uma menina-moça ainda deseja uma boneca, eu ainda desejo a irresponsabilidade dos meus atos.


Tente lembrar quais eram os planos
Se nada mudou com o passar dos anos

ah, me apaixonei pro Thiago Pethi. Tava atras de uma trilha sonora para esse agosto em tons pasteis e achei.

terça-feira, 3 de agosto de 2010


Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal.

Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar.




 
Ela se afastou espelho, olhou-se, um último retoque nos olhos. Nada ia atingi-la, ia passar imune por agosto. Agosto, o mês do desgosto.

 
Imagem daqui.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Mais um dia corrido pra lista de dias caoticos. Ipod descarregado, note descarregado, sem tomadas por perto, me contentar com o mp3 (?) da minha mãe e passar o dia ouvindo skank e nando reis! Ainda bem que sou eu que escolho as musicas que ficam ali...



Mini playlist em homenagem aos meus dias realmente diferentes, e de certa forma bons, ao lado da minha mãe!

sexta-feira, 2 de abril de 2010

"Naquele tempo, queria ser um grande arquiteto e só me interessava em ficar fazendo mapinhas da cidade, traçando ruas e desenhando edifícios. Essa mania acabou quando resolvi fazer vestibular e percebi que não dava pra matemática. Como fazia mapas, fazia poesia às escondidas de meus pais, porque era um romântico, um cara cheio de dores-de-cotovelo."

Cazuza

Qual o negocio do mundo com a arquitetura?

segunda-feira, 29 de março de 2010




domingo estranho, dias estranhos, dias cinzas... 




"Amor são duas solidões protegendo-se uma à outra."
Rilke


(sim, minha primeira mixtape, mini mixtape, extremamente sentimental)

quinta-feira, 25 de março de 2010



pelo show do Fagner que eu não vou porque não tenho TEMPO.

Papai do ceu, um dia com 30h, por favor!

quarta-feira, 24 de março de 2010



Leia enquanto escuta. 

De repente, parece já não dar mais. É tarde e nada foi resolvido, é tarde e tudo ainda vai se arrastar por muito tempo, é tarde e não há ninguém esperando. As tarefas são simples, chegar em casa, cozinhar qualquer coisa, comer ao som da Tv, terminar as pilhas de trabalho que se acumulam pelos cantos. Não há ninguém para chamar para dormir mais cedo, ninguém para fazer a comida, ninguém pra acordar no meio da noite e lembrar que existem tarefas a serem cumpridas. 
De repente, uma vontade louca de chorar, de encostar o carro, de gritar que não é tão forte assim. Mas se apenas se render, o que vai sobrar? A pior sensação do mundo é saber que não há ninguém que vá ficar, que va restar. je reste seule. 
Mas não, não dá. Existem algumas pessoas que nasceram para serem fortes, não é?  E com certeza todas essas pessoas ja fraquejaram e choraram, é apenas uma nuvem, é apenas uma época ruim, umas época de adaptação! 
De repente, tudo passa (ou é escondido), e lembra-se de mais uma coisa que é preciso fazer. 

terça-feira, 23 de março de 2010

A sete cadeiras de me formar, com um horário sem horários vagos, sem trabalho, estudante profissional, com o coração mais confuso que minhas “caixinhas lingüísticas” que ainda não separam o português do inglês do francês do espanhol: hoje eu quase enlouqueci.
A caminho do shopping pra comprar um casaco, na hora ridícula do trânsito, a Av. Jovita Feitosa parou. Em três longos anos de carteira de motorista nunca tinha passado por isso. E, do mais puro e absoluto nada, começa a surgir aquele comichão estranho, aquela necessidade de sair, aquela vontade de largar o carro e sair andando a pé, aquele frio na barriga como se algo ruim fosse acontecer se eu ficasse ali. É, uma crise de pânico, que não batia desde comecinho de 2007... muitos verões no passado.
Ipod na mão e a mesma música 800 vezes até acalmar. Tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranqüilo. Saí, então, vagando pelos meus pensamentos empilhados e escondidos lá no fundo de toda minha correria.
Normalmente eu acredito naquela frase do mestre Sabino que diz que as coisas só terminam quando está tudo bem. Sou fã confessa do destino disfarçado de acaso. Quando as coisas devem acontecer, precisamos apenas esperá-las, vai haver uma hora que tudo dará certo. Apliquei essa lei na minha vida na época que simplesmente não conseguia passar pra arquitetura e passei, anos depois, de fato numa época melhor do que a queria ter entrado. Pra mim, é muito óbvio que algumas pessoas, por mais que agora não estejam em minha vida, um dia estarão... E essa parece ser a única manifestação positiva que tenho em todas minhas linhas de pensamento.

Um dia escrevo melhor sobre isso, o transito finalmente fluiu e eu me concentrei, de novo, nos meus problemas reais como pagar o IPVA do carro! 


pra compensar o texto total diarinho, a voz da Fernanda Takai cantando lindamente Coração Tranquilo. Acalma. Juro. 

domingo, 14 de março de 2010



prometo que amanha paro de postar videos, mas esse clipe é tão lindinho e a minha cara que não resisti! XD

indicação da dona Sora.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

E se amanhã não for nada disso, caberá só a mim esquecer, e eu vou sobreviver... 


Sou passional, confesso, padeço desse crime.

Minha vida amorosa inteira fui incapaz de pensar em uma única pessoa por um tempo assim longo. Nunca fui infiel, mas creio nunca ter me doado completamente alguém.

Sim, já amei alguém como se o mundo fosse acabar. Amei todos os detalhes e passei horas, incontáveis horas da minha vida simplesmente contemplando ele.

Sim, já perdi um amor. Já escutei coisas como: podemos ser só aqueles amigos que transam? E já chorei por isso, uma noite, uma semana, um mês inteiro.

Sim, já implorei para alguém voltar. Já telefonei chorando e disse que não agüentaria,  pedi desculpas por algo que nem sabia o que era, prometi mudar o que sabia que não mudaria.

Mas tenho um tempo para tudo. Penso que meus sentimentos, e suas conseqüências, cabem a mim. O amor que eu tenho por você é meu, fui eu que construí com todas as suas impressões que eu recolhi. Não cabe a mim obrigá-lo a me amar, e com isso amar nós dois em uma serie de desastres inevitáveis.

Detesto a insistência no erro. Detesto as mulheres que amam demais e que precisam gritar isso para todos os quatro cantos e que se tornam incapazes que seguir em frente. Amor não é corrente, e simplesmente não garante a reciprocidade do sentimento. Amor é doação, é gostar sem saber porque, simplesmente por gostar.  E muitas vezes não precisa ser anunciado, quem dirá gritado. 

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010


Em dias como hoje eu sou incapaz de decidir se quer o que eu vou comer. o que dirá a minha vida!