um dia eu vou morar em uma cidade que chove sempre para que todo mundo entenda meu mau humor piorado com segunda feiras chuvosas...
segunda-feira, 31 de maio de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
Ontem, em meio uma seção lotada, vi Sex and The City 2. Ouso cair no lugar comum e dizer que sou mais uma dessas meninas/mulheres parecidas com Carrie. Sou uma mulher cara, sou incapaz de cozinhar, não costumo gostar tanto de ficar no sofá, escrevo quase compulsivamente sobre o que se passa no meu dia a dia, sou viciada em sapatos...
Quem me conhece de perto sabe que em vários momentos eu paro e faço uma referencia a algum episodio ou detalhe da serie. Não sou aquele tipo de maníaca, mas confesso que tenho uma memória excepcional para esse seriado em questão. E quando eu vi o filme, com a “volta” do Aidan, me fez lembrar um episódio onde as garotas questionam quantos grandes amores uma mulher pode ter. No fim, não lembro quem, mas suponho que tenha sido a Miranda, elas chegam ao numero de dois...
E será mesmo que em uma vida nós temos “direito” a dois grandes amores? Será mesmo tão conclusivo assim que existam apenas duas grandes chances de sermos felizes com alguém que nós amamos assim, tão loucamente?
Confesso que para mim essa “lei” continua valendo. Para mim, vão existir apenas duas pessoas que irão fazer seu coração congelar só de ouvir o nome, e não falo daquele congelamento momentâneo, falo daquele frio na barriga característico daquela paixão arrebatadora, completamente diferente do amor que se constrói de convivência. Não que não haja amor de outras formas, claro que há, mas são amores diferentes, mais calmos, mais sensatos, mais comedidos, mais tranqüilos, quem sabe? Diametralmente opostos a esses grandes amores, que de sensatos e racionais parecem nada ter.
Pessoalmente, acredito que minha primeira ficha já foi e tenho medo que essa já seja a segunda... Então melhor começar a pensar como a Samantha e acreditar que temos várias chances...
Meu furacão em verde e cinza agora tem um cheiro...
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Quando nossa juventude tiver ido embora, quando nossos cabelos brancos começarem a aparecer, quando nossos rostos se tornarem irreconhecíveis no espelho, quando os problemas existências dos filhos se ornarem apenas coisas de adolescentes, quando os diários escritos, os livros lidos, os filmes vistos já não couberem na memória, quando a alcunha de tio der lugar a de avô, quando os sonhos se tornarem delírios, quando o nosso futuro já não o futuro principal, quando, finalmente, o tempo passar, por favor, me diga que nesse tempo só haverá calmaria e que eu não me arrependerei dos dias de hoje.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Eu sempre quis ter uma polaroid, para mim sempre foi muito mágico ver a foto logo depois de bate-la... e papael faz toda a diferença no lugar de uma foto digital!
Essas maravilhas ai foram tiradas daqui, indicação da dona Soraya.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Existem pessoas que levam anos pra te ensinar ao menos uma lição, outras te ensinam num segundo.
Há muitos anos atrás, conheci uma garota que mudou muita coisa em mim. Éramos tão jovens, numa época em que toda chama vira um incêndio. E ela causou um desses em mim. Não sei se hoje ela seria capaz de lembrar meu nome, na verdade nem sei se ela ainda está viva hoje, mas existiu um dia em que ela me abraçou e que nós duas estávamos chorando. Naquele dia muita coisa mudou...
Agora, como que por um sinal, conheço alguém que me diz com quase todas as letras o que eu queria ouvir. Que me faz enxergar que não há erro algum em querer o que eu quero, como aquela menina há muito tempo fez. Falta-me apenas coragem, exatamente como faltou naquela época, de seguir uma estrada tão confusa assim.
Horrível quando, aos 22 anos, se alguém te perguntasse se você mudaria algo na sua vida você responderia: quase tudo.
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